Como agradecer quando as palavras não são o suficiente?

Sempre digo que notícias boas sempre aparecem de algum lugar. Algumas vezes da internet, algumas através de um recado, outras do céu e nessa época, muitas pelo mar. E existem casos em que as notícias chegam, mas nem sempre são boas. Eu não passei no meu check out de mergulho. Se eu pudesse explicar o que foi que aconteceu, todos os sentimentos que passaram por min e como meu corpo reagiu, seria necessário muitas páginas deste Blog.

 

Mesmo com o sentimento de derrota, recebi um carinho tão grande de todos os instrutores responsáveis pela viagem que em vários momentos, a sensação de aperto no coração nem parecia tão forte. E agora, depois de que tudo terminou, me senti na obrigação de agradecer, de alguma forma, a todos que, de alguma forma, me ajudou.

 

Porém, a grande questão nesse momento é como fazê-lo? Um simples obrigado não confortaria minha mente. Dinheiro, presentes, revistas, nada disso pagaria, nem de longe, o que a equipe Jornada Sub fez por min.

 

Gostaria que todos eles soubessem que serei eternamente grata e espero, que muito em breve, nossos mergulhos sejam coletivos, interativos e prazeirosos. Não poderia deixar de citar a Sylvana que me mostrou que a palavra “não consigo” está completamente fora do dicionário de um mergulhador. O Marcão que lá no início de tudo isso, quando o mergulho para min era numa piscina, me ajudou logo de cara, sem questionar em nenhum momento a minha habilidade. Ao Jeferson que com muita paciência, organizou o grupo, o tempo todo na piscina. A Mari, irmã do Je, que me abraçou nas horas do choro. E por fim, o meu carinho mais do que especial, a uma pessoa que ficará para sempre no meu coração e que sempre que precisar, poderá contar comigo, o “meu instrutor predileto”, como diz a Syl, o Maurício. Em momentos em que nem eu mesma acreditava na minha capacidade, lá estava ele, com a maior boa vontade, tentando me acalmar. A cada lágrima que caía, a cada pedido de subida “descontrolada”, a cada choro, a cada nova tentativa, era ele quem sempre tinha uma palavra amiga e a disposição de me entender. E no fim, quando fui superada pelos meus próprios medos e desisti, ele simplesmente deixou que eu fosse, pois naquele momento nada mais seria possível. E quando a oportunidade surgiu novamente, de que poderia tentar mais uma vez, quantas vezes precisasse, teria o apoio e a sua supervisão.

Mau, valeu por tudo.

 

 



Escrito por re.renata às 18h25
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