Mensagem do dia

"Prego que se destaca merece martelada" - Autor desconhecido



Escrito por Renata de Sá às 12h55
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Tem pré-estreia free

Nesta quinta (04/06) o Espaço Unibanco, em parceria com o jornal Folha de São Paulo irá exibir a pré-estreia do filme “Apenas o Fim”, do diretor Matheus Souza. A notícia boa. É de graça. Os que quiserem assistir ao filme e ainda participar do debate que ocorrerá logo após a exibição com os atores e o próprio diretor e mediação do professor, palestrante e crítico de cinema (ufa) Sérgio Rizzo, basta comparecer 1 hora antes para retirar senha.

 

 

Apenas o Fim - Garota resolve abandonar o namorado e fugir para lugar desconhecido. Antes de partir, ela decide encontrá-lo, mas eles têm apenas uma hora para fazer um balanço bem humorado de suas vidas. 

Gênero: Comédia dramática

Tempo de Duração: 80 minutos

Direção e Roteiro: Matheus Souza

Produção: Julia Ramil e Mariza Leão

Elenco: Erika Mader, Gregório Duvivier,

Marcelo Adnet, Nathalia Dill, Anna Sophia Floch,

Álamo Facó e Julia Gorman.



Escrito por Renata de Sá às 17h03
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Vale à pena tentar

O que você diria se alguém dissesse que apenas com a força do pensamento (positivo, é claro), você poderia conseguir o que quiser? E mais. Que isso ainda poderia trazer, além de aumento na qualidade de vida, fortuna, amores e poder.

 

É essa a promessa de grandes autores que, a partir de suas experiências de vida, escrevem livros e lotam palestras de pessoas que querem descobrir o caminho das pedras. Se não na essência, mas em algum momento de todo esse discurso, todos eles falam sobre a força do Pensamento Positivo para realizar todas essas coisas.

 

Não comprovado cientificamente e com o pé atrás dos estudiosos, essa teoria ganha adeptos que não se cansam de relatar sobre casos particulares onde pensar positivamente funcionou.

 

E porque não tentar? Pelo menos para eles funcionou.*

 

·                                                                 Rhonda Byrne de O Segredo já acumulou U$ 48 milhões em venda de livros.

·                                                                 Deepak Chopra do Centro Chopra para o Bem Estar já faturou mais de U$ 15 milhões com palestras e cursos.



Escrito por Renata de Sá às 17h04
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Mergulhe nesse arraial

 

Mergulhadores participaram de uma verdadeira festa sub. Foi o tradicional arraial debaixo d´água nas águas de Paraty. O resultado desse mergulho foi uma quadrilha que começou ainda no barco. O barqueiro serviu comidas típicas, enfeitou o espaço e preparou o grupo para a dança. Com dentes pintados, chapéus de palha e camisas e vestidos xadrezes eles foram para o fundo do mar.



Escrito por Renata de Sá às 15h51
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Eterno Dilema

"Para que eu esteja certa, você não precisa estar errado". B.S.O.



Escrito por Renata de Sá às 15h14
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De Mudanças........

Como tudo na vida muda, decidi também aderir a medida. O Blog Pécompé, agora é PITADELA que irá mostrar de uma forma bem humorada tudo o que acontece por aí. E para começar escolhi uma invenção pra lá de bacana. É o ofurô do bebê.

É hora do banho

 

É cada coisa que inventam. E muitas são muitíssimo bem vindas. Como é o caso desse baldezinho para os bebês tomarem banho. O produto tenta proporcionar as mesmas sensações – tranqüilidade, conforto, quentinho - que os bebês sentiam enquanto estavam no útero da mãe. A invenção veio da Holanda e já está disponível no Brasil – por um preço bem salgado – mas para quem gostou, vale a pena conferir.

 



Escrito por Renata de Sá às 14h13
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Planeta Terra nas telonas

Definitivamente o mundo sub está presente na minha rotina. Não só pelo fato de trabalhar numa revista de mergulho, mas também pelas constantes insistências do mundo em querer entender o lugarzinho que chamamos de lar – o planeta Terra.

 

Muitos são os filmes ou documentários que mostram as mudanças climáticas e a forma que os seres vivos, começando pelos mais indefesos, como os animais até seres vivos mais desenvolvidos realizam a façanha de permanecerem vivos.

 

Para quem pretende entender um pouco mais e queira uma dica bacana, indico os documentários Fundo do Mar e Terra, em exibição nos cinemas nacionais.

 

O Fundo do Mar brilha e encanta pela magia do 3D e o Terra pelos perigos de sobrevivência e a luta diária das espécies.



Escrito por re.renata às 18h46
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Se você não tem algo bom a dizer procure não abrir a boca

O título parece indicar que se trata de um texto forte, ou no mínimo desabafador. De uma certa forma não deixa de ser. Mas é uma indagação, ou melhor dizendo, uma coisa que eu gostaria de dizer para os maquinistas dos trens do metrô de São Paulo.

 

Sabe-se lá porquê, eles inventaram de usar uma frase par lá de tosca para os usuários do metrô. Em meio à muvuca que se tornou aquele meio de locomoção, onde toda hora é hora de pico, uma voz, vinda da cabine do maquinista diz “se você não vai desembarcar na próxima estação, não fique na região das portas”.

 

Como, por todos os santos do senhor, alguém que viaja pelas linhas do metrô de São Paulo como uma sardinha espremida numa caixinha, conseguirá se locomover, saindo da frente da porta, em pleno horário de pico (todas as horas do dia).

 

No mínimo, parece muita sacanagem com os usuários. Ou eles são muito louco ao ponto de pensar que é possível fazer esse malabarismo dentro do vagão, enquanto o trem se locomove, ou eles estão de sacanagem mesmo.

 

O recado está dado. Da próxima vez não diga nada.

 



Escrito por re.renata às 17h05
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Deus me livre de ser normal

Vou contar uma novidade. Não é uma novidade boa, mas algo novo para min. Acabei de ser furtada. Não que isso nunca tivesse acontecido comigo. Já ocorreu, e mais de uma vez. É que já fazia algum tempo que não sentia na pele aquela sensação de completa impotência.

 

Relembrando em voz alta todos os “incidentes” em que celulares somem das bolsas, bolsas somem do armário e assim por diante, ouvi uma das constatações mais bizarras da nossa sociedade, a de que graças a deus só levaram bens materiais.

 

Olha a loucura coletiva, ao invés de pedir por melhor segurança nas ruas, para que nenhuma mão estranha abra sua bolsa e leve de presente seu celular, dizemos que bom que só levaram o aparelho, que na verdade já estava bem velinho.  E quando um indivíduo bate no seu carro e some. Ao invés de procurar pelos nossos direitos, dizemos que bom que foi só o pára-choque. E quando a bolsa some de dentro do seu armário e ninguém viu, nem mesmo a câmera de segurança, ao invés de pedir por justiça e pelos nossos direitos, dizemos e ouvimos, agradecendo ao senhor que bom que só foi a bolsa.

 

Agradecemos por só perder bens materiais e não algo mais valioso como nossa própria vida. No fundo, agradecemos aos bandidos, pilantras e sem vergonhas que pegam nossas coisas, pelo simples fato de que eles fizeram o menor dos estragos e foi pouco nosso prejuízo, sempre imaginando que coisa pior poderia acontecer.  Quando o ladrão quebra o vidrinho do seu carro para levar o rádio, ficamos felizes que não foi o grande. Quando levam o celular, por não ter levado a bolsa, quando é a bolsa, por não ter levado a vida.

 

Agradecemos por ele ter feito algo pequeno diante da perda de uma vida. Concordo que uma vida não vale um carro, um celular ou uma bolsa, mas é difícil engolir e aceitar que pessoas pegam o que não lhes pertence. A minha grande dúvida é: Isso terá volta????



Escrito por re.renata às 16h39
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Como agradecer quando as palavras não são o suficiente?

Sempre digo que notícias boas sempre aparecem de algum lugar. Algumas vezes da internet, algumas através de um recado, outras do céu e nessa época, muitas pelo mar. E existem casos em que as notícias chegam, mas nem sempre são boas. Eu não passei no meu check out de mergulho. Se eu pudesse explicar o que foi que aconteceu, todos os sentimentos que passaram por min e como meu corpo reagiu, seria necessário muitas páginas deste Blog.

 

Mesmo com o sentimento de derrota, recebi um carinho tão grande de todos os instrutores responsáveis pela viagem que em vários momentos, a sensação de aperto no coração nem parecia tão forte. E agora, depois de que tudo terminou, me senti na obrigação de agradecer, de alguma forma, a todos que, de alguma forma, me ajudou.

 

Porém, a grande questão nesse momento é como fazê-lo? Um simples obrigado não confortaria minha mente. Dinheiro, presentes, revistas, nada disso pagaria, nem de longe, o que a equipe Jornada Sub fez por min.

 

Gostaria que todos eles soubessem que serei eternamente grata e espero, que muito em breve, nossos mergulhos sejam coletivos, interativos e prazeirosos. Não poderia deixar de citar a Sylvana que me mostrou que a palavra “não consigo” está completamente fora do dicionário de um mergulhador. O Marcão que lá no início de tudo isso, quando o mergulho para min era numa piscina, me ajudou logo de cara, sem questionar em nenhum momento a minha habilidade. Ao Jeferson que com muita paciência, organizou o grupo, o tempo todo na piscina. A Mari, irmã do Je, que me abraçou nas horas do choro. E por fim, o meu carinho mais do que especial, a uma pessoa que ficará para sempre no meu coração e que sempre que precisar, poderá contar comigo, o “meu instrutor predileto”, como diz a Syl, o Maurício. Em momentos em que nem eu mesma acreditava na minha capacidade, lá estava ele, com a maior boa vontade, tentando me acalmar. A cada lágrima que caía, a cada pedido de subida “descontrolada”, a cada choro, a cada nova tentativa, era ele quem sempre tinha uma palavra amiga e a disposição de me entender. E no fim, quando fui superada pelos meus próprios medos e desisti, ele simplesmente deixou que eu fosse, pois naquele momento nada mais seria possível. E quando a oportunidade surgiu novamente, de que poderia tentar mais uma vez, quantas vezes precisasse, teria o apoio e a sua supervisão.

Mau, valeu por tudo.

 

 



Escrito por re.renata às 18h25
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Quando você se torna monotemática

Se a vida é feita em ciclos, podemos concluir que algo só irá passar depois que esse ciclo esteja encerrado. Por mais que às vezes esqueçamos disso, volta e meia a vida teima em nos mostrar o quanto é preciso viver aquela situação, para então, seguir adiante.

Estou bem no meio de um ciclo. Um não, o ciclo importantíssimo da minha vida. Não digo que é o mais importante, talvez descubra que não é. Porém, no momento é.

 

A palavra de ordem é TGI. É o trabalho de conclusão da faculdade. Depois de 4 anos estudando, lendo, escrevendo, estagiando, você tem que produzir um projeto de pesquisa e uma peça jornalística, para assim ser considerada uma pessoa pronta para o mercado de trabalho.

 

Devido às dificuldades e aos constantes encontros para discussão e desenvolvimento da peça, acabamos nos tornando monotemáticos. Em todos os cantos você, simplesmente, pensa, consome e respira TGI. Apesar, que para algumas pessoas isso não aconteça. Problemas à parte, as pessoas normais vivem o TGI.

 

Coitados dos que não estão na mesma sintonia. Isso vale para namorados, parentes e amigos. Calma gente. Está acabando. Assim como vocês, agora é a minha fase de ser mono, de pensar em uma única coisa: O TGI.



Escrito por re.renata às 16h49
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Eu odeio quem conta a vida pelo Orkut

A brincadeira foi proposital devido ao fenômeno que esse site de relacionamento se transformou. É impressionante o quanto a realidade virtual tomou o lugar das relações pessoais, que nem mesmo o second life conseguiu alcançar.

 

Os internautas usam essa importante ferramenta de comunicação – não estou questionando aqui se ela é boa ou ruim - para expor seus problemas, compartilhar momentos de alegria, dividir sentimentos com o restante dos amigos de comunidade, atualizando, quase que diariamente, os movimentos de suas vidas.

 

Uma teoria muito usada em comunicação é sobre o verdadeiro significado “dos 15 minutos de fama”. Todos, sem nenhuma exceção, segundo a teoria, necessitam dessa super exposição, na qual, a platéia, no caso, todos os amigos de Orkut, são capazes, diga-se de passagem, sem muito esforço, saber o que cada um está fazendo.

 

E pra isso, usam as mais variadas ferramentas disponíveis no acervo. Atualizações constantes de perfil – como se alguém deixasse de ser ela mesma da noite para o dia -, postagem de fotos constantemente – tá, nem todo mundo está feliz todos os dias, mas as fotos teimam em dizer o contrário -, e diversão compartilhada via pocket – agora você pode até brincar com outra pessoa, fazendo um carinho, ou até mandando beijinhos para ela.

 

O interessante é que para as pessoas que fazem isso, parece que suas vidas estão interligadas com o Orkut e com a necessidade de abastecimento constante de novidades. E na verdade não estão. Ao contrário do Orkut, os usuários não estão ligados na tomada e podem perfeitamente fazer um programa bacana, sem ter que anunciar aos quatro cantos o que aconteceu e o quanto vocês estava feliz naquele dia.



Escrito por re.renata às 16h58
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Carioca grita quando a onda passa

As praias cariocas estavam lotadas. Era gente que não acabava mais. E não só do Rio, mas também de São Paulo, Belo Horizonte, Minas Gerais e mais um bocadinho de habitantes das outras cidades. Além de brasileiros, uma quantidade significativa de turistas estrangeiros que vieram aproveitar o carnaval não só brasileiro, mas também, o carnaval carioca, diga-se de passagem, um dos melhores do Brasil.

 

Era mais um dia de sol, praia e matte com limão. Avistei uma cena, no mínimo muito engraçada. As ondas da praia de Ipanema estavam bem tranquilas. Parecia as famosas praias de tombo, muito apreciadas com as do litoral norte de São Paulo. Devido a um “problema” da falta de linearidade nas areias, e por isso, com medo de a cada passo no mar não desse mais pé em questão de segundos, os banhistas formavam dentro do mar, uma fila única na horizontal. Todos estavam lado a lado, aproveitando as ondas que passavam e as águas gelada do RJ.

 

Como se fosse um código, sem que ninguém o tivesse criado ou passado adiante, mas que as pessoas o reconheciam, depois de alguns minutos no mar, a cada onde grande, que pudesse quebrar, exatamente na linha humana do mar, as pessoas gritavam e todos se preparavam, ou para tomar um banho de onda, ou para “pegar um jacaré”, ou simplesmente, para mergulhar por debaixo dela.

 

E foi assim a tarde toda. Não cheguei a gritar junto com a multidão, mas a cada som que ouvia a meu redor, meu coração já me preparava para a onda que passava.



Escrito por re.renata às 12h10
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VOLTEI!!!!!!

APÓS ALGUNS PROBLEMAS NO BLOG..... ESTOU DE VOLTA.

FIQUEI ALGUM TEMPO SEM PODER ESCREVER AQUI. POR ISSO, USEI MEUS TEXTOS NUM OUTRO BLOG que AJUDo NA ALIMENTAÇÃO DE CONTEÚDO.

AGORA, ACABEI DE DECIDIR QUE IREI AJUDAr MAIS UM BLOG. BLOG DO MERCÚRIO CROMO.

 

AGUARDEM NOVIDADES

WWW.MERCURIOCROMO.COM/BLOG

 



Escrito por re.renata às 15h51
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1° dia de expansão do metrô

Ontem, no 1° dia em que o metrô passou a cobrar mais caro por sua tarifa, os paulistanos sofreram com a volta para casa.

 

Para todos os lados que se olhava, dentro de uma estação da linha vermelha, podia ver as pessoas com o panfleto didático, entregue pelo metrô, explicando o motivo do aumento do valor da tarifa.

 

Dei uma lida rápida sobre o que se tratava tal expansão e pude notar que gostaria de fazer algumas perguntas ao Estado.

 

Uma delas é em relação ao motivo para o aumento: “Recursos para cobrir os custos de operação e de manutenção do sistema”. Ah? A grana é para o quê mesmo? Isso que eles disseram que explicariam de forma simples e fácil.

 

Outra dúvida. Por quanto tempo essa tarifa irá durar? Até onde entendi, o governo está usando essa grana para expandir as linhas do metrô. E que o valor disso é de R$ 20 milhões. Tá. Isso eu entendi. Com essa nova tarifa, em quanto tempo eles conseguiram essa grana? Após o término da arrecadação, eles irão diminuir o valor da tarifa novamente?

 

São dúvidas sem respostas. Assim como eu, mais de 3 milhões de usuários do metrô diariamente, também não devem ter entendido e provavelmente, ficarão sem essas respostas.

 

E só mais uma coisa para os desinformados que estavam ao meu lado reclamando sobre o aumento na tarifa, e se por acaso, alguém que queira questionar esse valor, por favor, não bate na porta errada. Quem é responsável pelo metrô de São Paulo é o Governo. Portanto, não adianta xingar o Kassab. Essa bucha está nas mãos do nosso querido governador José Serra.

 



Escrito por re.renata às 15h49
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